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A estatística da morte e a dura realidade de PG

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A Secretaria de Segurança Pública comemora o feito de a maioria dos municípios paranaenses não ter registrado homicídios dolosos no primeiro trimestre de 2022. O Relatório Estatístico Criminal da Segurança Pública do Paraná, divulgado na segunda-feira (13) pela Secretaria estadual da Segurança Pública, mostra que em 254 cidades, 63% do total, não houve crime desta natureza, e em outras 84 (21%) houve apenas uma ocorrência do crime nos primeiros três meses deste ano.

O documento ressalta a queda nas mortes violentas na comparação com o mesmo período do ano passado, passando de 555 entre janeiro e março de 2021 para 551 para o primeiro trimestre do ano. A maior redução foi nos casos de latrocínios (roubos seguidos de morte), que caíram 53%. No primeiro trimestre do ano passado, foram registrados 17 latrocínios, contra oito no mesmo período deste ano.

Também houve redução de 40% no número de ocorrências de lesão corporal com resultado de morte. O número caiu de 15 ocorrências de lesão corporal entre janeiro e março de 2021, para nove nos primeiros três meses de 2022.

Para o secretário estadual da Segurança Pública, Wagner Mesquita, os projetos elaborados para a área e o trabalho integrado das forças de segurança têm como objetivo intensificar a queda nos índices de criminalidade. 

Falar de resultados positivos é importante, mas o secretário precisa levar uma esperança para os moradores das cidades que têm alto índice de criminalidade, como é o caso de Ponta Grossa, que registrou 41 homicídios desde janeiro.

O Estado precisa compreender a necessidade de se reforçar a estrutura das polícias Civil e Militar, em especial o reforço do efetivo, para exercer um trabalho preventivo e de segurança à população. A apreensão de armas de fogo deve ser prioritária, assim como ações de combate ao tráfico de drogas. Ainda que a disputa entre facções tenha motivado as mortes, em Ponta Grossa, a razão principal para elas é, de fato, o tráfico de drogas.

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