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População quer menos discurso e polícia na rua

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Antigamente, duas ou três décadas, o ponta-grossense se colocava numa situação privilegiada, com baixos índices de crimes e com viaturas e policiais monitorando as ruas de suas casas. A cidade cresceu e os problemas apareceram em dobro. A criminalidade tomou proporções assustadoras e os policiais desapareceram das ruas. Neste cenário de insegurança, Ponta Grossa contabiliza mais de 40 assassinatos neste ano. Furtos, roubos, estupros e agressões também são alarmantes.

Os governantes precisam reverter essa situação. Uma solução é reaplicação do Policiamento Comunitário. Especialistas na área de segurança apontam que esse policiamento conta com viaturas localizadas em um perímetro, totalizando, aproximadamente, 30 policiais militares solidários em uma mesma ação. O alcance é de um raio de três quilômetros, principalmente de áreas com maior índice de criminalidade na comparação com as demais, grande circulação de pessoas e comércios de rua.

A distância de segurança entre uma equipe policial e outra é de, no máximo, duas quadras, possibilitando até mesmo contato visual. O foco deste policiamento é a prevenção e a proximidade com a população, além de bloqueios para fiscalização de trânsito. Aumenta a sensação de segurança pública, o que é um balizador importante em todo o mundo, enquanto as outras equipes de plantão fazem rondas em outros lugares da cidade.

O objetivo deste projeto é simples: o policiamento comunitário aumenta o contato dos policiais com a população. Eles estão prontos para atuar contra qualquer ação criminosa, mas também escutam as demandas e anseios da comunidade, colaborando para a construção de uma fiscalização mais assertiva.

A população ponta-grossense precisa ser mais incisiva e cobrar das lideranças políticas e empresariais a efetividade do Policiamento Comunitário. O Conselho Comunitário de Segurança, muito embora apático e sem atuação expressiva, tem a oportunidade de bater à porta do governo para fazer essa exigência. 

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