Tubarões define continuidade do projeto nos próximos dias
Time de basquete em cadeira de rodas de Ponta Grossa busca confirmação de apoio

Time de basquete em cadeira de rodas de Ponta Grossa busca confirmação de apoio
A equipe do Tubarões deve definir seu futuro nos próximos dias, quando o técnico e responsável pelo projeto, Ben Hur Chiconato, buscará um encontro com o empresário Márcio Pauliki, do grupo MM Mercadomóveis, e com a nova prefeita de Ponta Grossa.
Com Pauliki, o treinador tentará a renovação do patrocínio, que garantiria a participação no campeonato paranaense de 2021 e a copa centro/sul/sudeste, através do pagamento de anuidade, taxas e alimentação. Assim como tem sido nos últimos 12 anos, o MM também cobre os custos com a comissão técnica da equipe. Já com a nova prefeita a questão a ser discutida é estrutural.
O ginásio Jamal Farjallah Bazzi, onde o time treina desde a sua inauguração, não tem recebido a devida atenção nos últimos oito anos, trazendo grandes prejuízos ao projeto. Ben Hur quer a garantia de que o local, especialmente a parte superior, onde está situada a quadra, terá um tratamento mais próximo do ideal para a condução do projeto, que inclusive traz grande representatividade de Ponta Grossa no Brasil.
Nos últimos 12 anos o Paraná, graças ao apoio do grupo MM Mercadomóveis, viu surgir um time campeão, que se tornou a melhor equipe da década. Entre 2011 e 2019 foram três conquistas do campeonato paranaense, cinco títulos dos jogos paradesportivos do Paraná e três títulos da copa Dourados – MS. Além disso, os ponta-grossenses representaram o estado em três competições oficiais da Confederação Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas.
O Tubarões teve neste meio tempo também, o apoio da Secretária Municipal de Esportes, que cedeu em várias oportunidades o transporte para os atletas, e deu alguns benefícios do projeto prata da casa. Na contramão desta parceria, o time viu o Ginásio Jamal Farjalh Bazzi definhar, culminando com o incêndio ocorrido neste ano, onde grande parte do equipamento foi destruído, exatamente no momento em que a prefeitura havia retirado o policiamento do local.
“Precisamos ter o Ginásio Jamal Farjallah Bazzi efetivamente como um centro de treinamento, e isto passa pela boa manutenção e limpeza dos espaços que servem para tal”, conclui o técnico.
Informações Assessoria de Imprensa





















