Lula vence na Nova Zelândia e na Austrália no segundo turno | aRede
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Lula vence na Nova Zelândia e na Austrália no segundo turno

Petista superou Flávio Bolsonaro na votação de brasileiros nos dois países, conforme dados dos boletins de urna apurados neste domingo.

O petista somou 6.017 votos (63,46%), enquanto o candidato do PL recebeu 3.465 (36,54%).
O petista somou 6.017 votos (63,46%), enquanto o candidato do PL recebeu 3.465 (36,54%). -

Publicado por Michele Garcia

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial entre os brasileiros que votaram na Nova Zelândia e na Austrália. Os resultados foram apurados na madrugada deste domingo (25), com base nos boletins de urna disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Na Nova Zelândia, Lula recebeu 418 votos, o equivalente a 80,54% dos votos válidos nas cinco seções eleitorais de Wellington, capital do país. Flávio Bolsonaro somou 101 votos, correspondentes a 19,46%. Entre os 526 brasileiros que compareceram às urnas, quatro votaram em branco e três anularam o voto.

Na Austrália, o petista também ficou à frente, com 6.017 votos (63,46%), enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 3.465 (36,54%). Ao todo, foram contabilizados 9.482 votos válidos no país, com uma diferença de 2.552 votos entre os candidatos. Sydney foi o posto eleitoral que mais contribuiu para a votação de Lula, com 4.161 votos.

Os boletins de urna são documentos emitidos pelas urnas eletrônicas ao fim da votação. Eles apresentam a quantidade de votos recebidos por cada candidato em cada seção eleitoral e permitem consultar os resultados antes da totalização oficial pelo TSE.

Resumo

Nova Zelândia: Lula recebeu 80,54% dos votos válidos, com 418 votos, contra 101 de Flávio Bolsonaro.

Austrália: O petista somou 6.017 votos (63,46%), enquanto o candidato do PL recebeu 3.465 (36,54%).

Apuração: Os resultados foram levantados na madrugada deste domingo (25), com base nos boletins de urna disponibilizados pelo TSE.

Com informações do Estadão. 

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