Lula rebate críticas de Flávio Bolsonaro e defende investimentos do governo no agronegócio
Durante debate na TV Globo, presidente destacou crédito subsidiado ao setor e criticou a oposição pelo desinteresse no combate à fome

Em embate direto no debate presidencial promovido pela TV Globo na noite desta sexta-feira (23), o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) rebateu as críticas do senador Flávio Bolsonaro (PL) e defendeu as políticas de financiamento voltadas à agricultura brasileira.
Em sua fala, Lula afirmou que todos os segmentos do agronegócio e da agricultura familiar têm recebido volume recorde de recursos e financiamentos subsidiados por meio de instituições como o Banco do Brasil e o BNDES. Segundo o petista, os juros praticados nessas operações são incentivados pelo governo e não seguem a taxa básica Selic, garantindo suporte ao setor produtivo.
Lula também criticou a postura do adversário, acusando a oposição de manter um discurso alinhado a interesses das elites e descolado da realidade social da população mais vulnerável. O presidente ressaltou a inclusão social e o acesso das famílias de baixa renda à educação superior e ao mercado de trabalho como marcas de sua gestão.
Ao abordar a questão da vulnerabilidade social, o candidato do PT lembrou que encontrou o país com cerca de 33 milhões de pessoas em situação de fome ao assumir o mandato em 2023. Lula afirmou que o problema é ignorado pela oposição por afetar prioritariamente as parcelas mais pobres e defendeu que o combate à fome deve continuar sendo a prioridade central do governo federal.
RESUMO
Defesa do financiamento ao agronegócio: Lula rebateu as críticas de Flávio Bolsonaro afirmando que o setor agrícola e a agricultura familiar recebem volumes recordes de recursos com juros subsidiados via BNDES e Banco do Brasil.
Crítica ao discurso da oposição: O presidente acusou a oposição de estar alinhada às elites e defendeu os avanços de sua gestão no combate às desigualdades e no acesso das famílias de baixa renda à educação e ao mercado de trabalho.
Prioridade no combate à fome: Ao relembrar que assumiu o governo com 33 milhões de pessoas em situação de fome em 2023, Lula criticou a oposição por ignorar a vulnerabilidade dos mais pobres e reforçou que a erradicação da fome é meta central do país.



