Pesquisa aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno
Enquanto Lula tem 45% das intenções de voto, Flávio tem 42%. A margem de erro é de dois pontos percentuais

Uma pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (21) aponta um empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais.
De acordo com o levantamento, Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 42%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois candidatos estão tecnicamente empatados. A pesquisa ouviu 2 mil pessoas entre os dias 18 e 20 de julho e possui nível de confiança de 95%. O estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-092472026.

Conforme o Metrópoles, em comparação com a pesquisa anterior, divulgada em junho, Lula manteve o mesmo percentual, enquanto Flávio Bolsonaro avançou dois pontos percentuais. Apesar da alta, o senador segue abaixo do índice registrado em maio, quando alcançou 44%.
O levantamento também simulou outros cenários para um eventual segundo turno. Em uma disputa contra o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), Lula aparece com 43% das intenções de voto, contra 44% do adversário, configurando outro empate técnico.

Nos cenários envolvendo o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e Renan Santos (Missão), o presidente aparece à frente. Contra Zema, Lula registra 44%, enquanto o mineiro soma 38%. Já diante de Renan Santos, o petista alcança 44%, ante 35% do adversário.
No primeiro turno, Lula lidera a corrida presidencial com 40% das intenções de voto, mantendo uma vantagem de sete pontos percentuais sobre Flávio Bolsonaro, que aparece com 33%.
Na sequência, Renan Santos registra 9%, Ronaldo Caiado soma 7% e Romeu Zema aparece com 2%. Augusto Cury (Avante), Joaquim Barbosa (DC) e outros possíveis candidatos têm 1% cada.
Os votos brancos e nulos representam 3% dos entrevistados, enquanto outros 3% afirmaram não saber ou preferiram não responder.





















