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Produto fabricado no PR impede nascimento do Aedes aegypti

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Um inimigo pequeno, mas extremamente perigoso, tem colocado em alerta até mesmo as Forças Armadas do País. A “guerra” contra o Aedes aegypti, vetor da tríplice epidemia de dengue, zika e chikungunya, vem mobilizando o poder público, cerca de 300 mil agentes de endemias e mais de 50 mil militares em todas as regiões do Brasil. Mas o sucesso das ações de combate ao mosquito passa, necessariamente, pelo empenho e envolvimento ativo da população.

Em sua plataforma combateaedes.saude.gov.br, criada especialmente para monitorar os casos e oferecer informações sobre combate ao mosquito e prevenção das doenças por ele transmitidas, o Ministério da Saúde afirma que “A melhor forma de combater o Aedes aegypti é não deixar o mosquito nascer”. E é aí que entra o Straik Mata-larvas, produto inovador desenvolvido pela Dexter Latina, indústria química do Paraná que atua no mercado de inseticidas desde a década de 90.

Único no País com tecnologia microencapsulada, o produto tem eficácia garantida por até 60 dias, já que o ativo vai sendo liberado com o passar do tempo, em decorrência da movimentação da água e das próprias larvas do Aedes. O larvicida funciona como um hormônio de crescimento de insetos (IGR), prolongando o período larval, o que impede o desenvolvimento do mosquito. Como age somente contra artrópodes, possui baixa toxidade, podendo ser aplicado em fontes, calhas, cisternas, tonéis, bandejas de ar condicionado, vasos de plantas, piscinas sem uso e valas, sem prejuízos à saúde humana e de animais domésticos.

“É o único larvicida que pode ser vendido em supermercado, para o consumidor final”, destaca Milton Braida, engenheiro agrônomo e diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Dexter Latina. Segundo ele, a vantagem do produto é a versatilidade, já que o desenvolvimento do mosquito é um processo dinâmico. “Os agentes de endemias que visitam as casas, por vezes, aplicam larvicidas. Mas, digamos que eles foram ontem na sua casa e hoje cai uma chuva. A realidade muda muito de uma semana para outra. O Mata-larvas tem essa possibilidade de estar sempre à mão da população, com um mecanismo de ação que perdura por até dois meses após a aplicação”, acrescenta.

A formulação microencapsulada leva à formação de um filme protetor, em que as cápsulas do produto ficam aderidas à superfície do objeto. Ao primeiro contato com água, as microcápsulas se desprendem e se dispersam pelo líquido. Exatamente por isso, o larvicida por ser aplicado em áreas menores (como pneus, plantas e ralos), mesmo quando não há presença de água. Essa é uma vantagem para quem tem casa de praia ou campo que fica fechada. A pessoa pode aplicar o produto, com o intuito de prevenção, mesmo em superfícies secas, mas que tenham risco de vir a acumular água.

Braida reforça que a maioria dos produtos no mercado combatem o mosquito na fase adulta, enquanto o controle maior do problema é feito na fase larval. “O Ministério da Saúde aponta que cerca de 90% dos casos de dengue decorrem de pessoas picadas na própria residência ou em regiões muito próximas, daí a necessidade da população também fazer sua parte nas ações de combate. Com o Straik Mata-larvas, o consumidor tem uma ferramenta poderosa na mão.”

Ele ressalta que a ideia do larvicida não é substituir os cuidados preconizados pelo Ministério da Saúde (como verificar água acumulada e eliminar criadouros do Aedes aegypti uma vez por semana), mas ser um aliado nesta guerra contra a dengue, zika e chikungunya.

“Existem pontos mais complicados de fazer uma verificação semanal, como calhas, que, às vezes, dependem de uma escada, plantas, como bromélias, ou aqueles cacos de vidro colocados como barreira sobre os muros. Nesses locais, o acúmulo é inevitável”, destaca. “O Straik Mata-larvas é um produto fundamental como controle. Preconizamos medidas preventivas, como limpar criadouros, usar telas em aberturas, repelentes elétricos, aerossóis, repelente de pele e, agora, o larvicida.”

Informações da Assessoria de Imprensa.

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