Idoso arremessado de banco morre após ficar internado em Londrina | aRede
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Idoso arremessado de banco morre após ficar internado em Londrina

Polícia Civil investiga possível homicídio e aguarda depoimentos e laudos periciais

Idoso arremessado de banco morreu após internação na UTI de Londrina
Idoso arremessado de banco morreu após internação na UTI de Londrina -

Publicado por Diego Chila

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O idoso que foi arremessado de um banco e bateu a cabeça contra o asfalto em Carlópolis, no Norte Pioneiro do Paraná, morreu na noite desta quinta-feira (5). A vítima, identificada como João Batista de Matos e conhecida como João Pipoca, estava internada em um hospital de Londrina desde a agressão, registrada na terça-feira (3). 

Um novo vídeo mostra o momento em que um homem, que seria proprietário do estabelecimento em frente ao qual ocorreu o caso, pede ajuda para três homens retirarem a vítima do banco.

A morte foi confirmada por familiares e pela Polícia Civil do Paraná (PCPR), responsável pela investigação. Com o falecimento, o caso passa a ser apurado como possível homicídio.

Imagens divulgadas anteriormente mostram dois homens levantando o banco enquanto João ainda estava sentado. Com o movimento, o idoso foi projetado para a frente e caiu de cabeça no asfalto. Após a queda, ele permaneceu no chão, sem reagir.

Novo vídeo mostra homem pedindo ajuda para retirar idoso do banco

Uma câmera de segurança flagou o momento em que um homem pede ajuda para retirar João do banco onde estava sentado em frente ao estabelecimento comercial. As informações são da Digital News.

Inicialmente, dois homens foram presos preventivamente, suspeitos de participar da ação. No entanto, após passarem por audiência de custódia, eles foram liberados e respondem ao processo em liberdade.

Segundo a versão apresentada pelos investigados, eles teriam atendido a um pedido do proprietário de um mercado vizinho para retirar o idoso do local.

Polícia investiga possível homicídio após morte de idoso arremessado de banco

Em nota enviada à Banda B, a PCPR informou que a morte de João muda o enquadramento da investigação. A polícia trabalha para esclarecer se houve dolo eventual ou homicídio culposo.

A definição dependerá da análise das circunstâncias, dos depoimentos, das imagens de segurança e do laudo de necropsia.

Além dos dois investigados, os policiais militares que atenderam a ocorrência e outras testemunhas já foram ouvidos. O proprietário do estabelecimento também foi intimado a prestar depoimento na próxima semana.

“O inquérito está em andamento. Os próximos passos são as oitivas já agendadas, a análise das imagens e a juntada dos laudos periciais. Depois disso, o inquérito será concluído e encaminhado ao Poder Judiciário. Os investigados respondem ao procedimento em liberdade”, disse, em nota.

Conhecidos lamentam morte de João Pipoca

Nas redes sociais, pessoas próximas a João lamentaram a morte e prestaram homenagens à vítima.

Uma pessoa que conhecia o idoso destacou a personalidade dele e afirmou que João era querido por quem convivia com ele.

“Uma pessoa maravilhosa, simples, de coração enorme, que nunca fez mal a ninguém. Gostava de tomar a sua bebidinha, mas nunca incomodou, nunca perturbou. É uma perda tão grande e tão dolorida”, escreveu.

João Pipoca morreu dois dias depois de ser arremessado do banco e bater a cabeça no asfalto. A PCPR investiga as circunstâncias da ação e a responsabilidade dos envolvidos.

CONTEÚDO DE MARCA

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