Flávio sugere que poderia disputar a Presidência novamente antes de 2030
Em live nos EUA, candidato derrotado por Lula afirmou que o “jogo não acabou” e voltou a questionar o resultado das eleições

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, nesta sexta-feira (30/10), que poderá disputar novamente a Presidência da República antes de 2030. Cabe lembrar que as eleições gerais no Brasil são disputadas de quatro em quatro anos. Ou seja, o país só elegerá um novo presidente justamente em 2030.
Derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições em 25/10, o parlamentar fez a declaração durante uma transmissão ao vivo no Instagram, diretamente dos Estados Unidos.
“Qualquer coisa que aconteça, eu vou estar aqui. Pronto, inclusive, se for preciso, para disputar a Presidência da República de novo”, afirmou.
A afirmação ocorreu durante transmissão ao vivo nas redes sociais.
Na sequência, o senador ressaltou que não se referia necessariamente à próxima eleição presidencial regular. “Eu não tô falando de 2030, não. Eu tô falando de antes disso. Então, gente, vamos continuar unidos, fazendo a nossa parte”, acrescentou.
A declaração ocorre em meio à estratégia anunciada pelo próprio Flávio de buscar a cassação da chapa formada por Lula e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Uma eventual decisão nesse sentido poderia levar à realização de uma nova eleição presidencial antes do calendário regular.
Com informações do Metrópoles.
RESUMO
Declaração sobre disputar a Presidência: Durante transmissão ao vivo realizada nos Estados Unidos após o segundo turno das eleições, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou estar pronto para disputar novamente a Presidência da República.
Intenção de candidatura antes do ciclo regular: O parlamentar ressaltou que não se refere apenas ao pleito regular de 2030, sugerindo a possibilidade de uma candidatura antecipada e pedindo união aos seus apoiadores.
Estratégia política e cassação da chapa: A fala do senador ocorre no contexto da estratégia articulada por seu grupo político de buscar a cassação da chapa eleita de Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, o que poderia levar a uma nova eleição antes do calendário regular.



