Brasileira condenada a mais de 260 anos de prisão é transferida para Cuiabá
Angélica Saraiva de Sá foi recapturada na Bolívia após fugir de presídio e será submetida a regime disciplinar mais rigoroso.

A Polícia Civil de Mato Grosso transferiu, na terça-feira (20), Angélica Saraiva de Sá, conhecida como “Angeliquinha”, para Cuiabá. Condenada a mais de 260 anos de prisão, ela é apontada como uma das lideranças de uma organização criminosa, com atuação no tráfico de drogas e na lavagem de dinheiro.
Por decisão do juiz Anderson Clayton Dias Batista, da 5ª Vara Criminal de Sinop, a detenta será submetida ao Regime Disciplinar Diferenciado (RDD). A medida busca impedir que ela continue exercendo influência na facção criminosa e evitar novas tentativas de fuga.
O RDD prevê regras mais rígidas, como permanência em cela individual, restrições às visitas e duas horas diárias de banho de sol.
Segundo a Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), Angélica desempenhava funções de liderança na organização, incluindo a gestão financeira, o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro.

Fuga e recaptura na Bolívia
Angeliquinha fugiu em 17 de agosto do ano passado da Penitenciária Feminina de Cuiabá, onde cumpria pena. Após deixar o presídio, ela permaneceu na Bolívia, onde foi recapturada em setembro deste ano, durante uma ação integrada entre a Polícia Civil de Mato Grosso e a polícia boliviana.
O processo que determinou a aplicação do RDD tramita sob sigilo. A unidade judicial responsável confirmou as informações sobre a decisão, mas não divulgou outros detalhes.
Resumo
Transferência para Cuiabá: Angélica Saraiva de Sá, conhecida como “Angeliquinha”, foi transferida na terça-feira (20) para cumprir pena em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD).
Condenação e liderança criminosa: Condenada a mais de 260 anos de prisão, ela é apontada como liderança de uma facção, com atuação no tráfico de drogas e na lavagem de dinheiro.
Fuga e recaptura: Angélica fugiu de uma penitenciária em Cuiabá em agosto do ano passado e foi recapturada na Bolívia em setembro deste ano, em uma ação conjunta das polícias brasileira e boliviana.
Com informações do Portal CNN Brasil.



