Polícia conclui que primas mortas no PR foram executadas dentro de caminhonete | aRede
PUBLICIDADE

Polícia conclui que primas mortas no PR foram executadas dentro de caminhonete

Letycia Mendes e Sttela Almeida desapareceram em abril após aceitarem convite para uma festa

Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida
Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida -

Publicado por Lucas Veloso

@Siga-me
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) concluiu nesta segunda-feira (19) o laudo sobre a morte das primas Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, que ficaram desaparecidas por quatro meses. Conforme a investigação, as jovens foram mortas a tiros dentro de uma caminhonete após saírem de uma boate em Paranavaí, no Noroeste do estado, em 21 de abril.

O responsável pelo duplo homicídio foi identificado como Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos. As apurações apontam que os três haviam saído de Cianorte na noite anterior, depois que o homem, conhecido por Letycia em outras festas pelo nome de “Davi”, convidou as jovens para um evento em Porto Rico.

Segundo a investigação, Sttela estava no banco traseiro da caminhonete quando foi atingida por três tiros disparados por Clayton. Ao presenciar o ataque, Letycia tentou sair do veículo, mas foi morta com dois disparos na cabeça. A caminhonete usada na noite do crime ainda não foi encontrada.

Clayton não chegou a ser julgado. Ele morreu em 21 de agosto, durante um confronto com a polícia em Mandaguari. Na mesma data, um segundo suspeito, conhecido apenas pelo apelido de “Magrão”, indicou aos investigadores o local onde estavam os restos mortais das jovens, abandonados em uma área rural próxima a Paraíso do Norte.

Magrão continua preso e foi indiciado somente por ocultação de cadáver. A investigação descartou a participação direta dele nos assassinatos e concluiu que as primas deixaram a casa noturna apenas na companhia de Clayton.

A identificação oficial das vítimas foi confirmada no fim de agosto, por meio de exames da arcada dentária. A análise também corroborou os indícios de morte violenta registrados no inquérito.

Após os procedimentos legais e periciais, as ossadas de Letycia e Sttela foram liberadas pela Polícia Científica em 1º de outubro. O sepultamento das jovens ocorreu mais de cinco meses após o início das buscas.

Com informações de TNOnline, parceiro do Portal aRede.

CONTEÚDO DE MARCA

PUBLICIDADE