Dólar sobe 1,15% e fecha a R$ 5,09 em dia de cautela | aRede
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Dólar sobe 1,15% e fecha a R$ 5,09 em dia de cautela

Ibovespa cai 1,06% e encerra aos 204.324 pontos

Ibovespa cai 1,06% e encerra aos 204.324 pontos
Ibovespa cai 1,06% e encerra aos 204.324 pontos -

Publicado por André Ribeiro

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O dólar subiu cerca de 1% e fechou próximo de R$ 5,09 nesta quinta-feira (15), enquanto a Bolsa brasileira recuou também em torno de 1%, aos 204 mil pontos. O mercado teve um dia de cautela, com investidores atentos ao cenário eleitoral e a possíveis medidas econômicas do governo, como a proposta de emenda à Constituição da tarifa zero aos fins de semana.

No exterior, o dólar perdeu força diante de outras moedas. O petróleo teve resultados distintos: o Brent caiu e o WTI avançou.

Principais números

Dólar à vista: R$ 5,087 (+1,15%)

Máxima do dólar: R$ 5,098

Dólar no mês: queda acumulada de 1,70%

Dólar no ano: queda acumulada de 7,33%

Ibovespa: 204.324,26 pontos (-1,06%)

Ibovespa na semana: queda de 2,27%

Ibovespa no mês: alta de 9,65%

Petróleo tipo Brent: US$ 105,92 por barril (-0,13%);

Petróleo tipo WTI: US$ 97,97 por barril (+3,03%).

Dólar perto de R$ 5,10

A moeda estadunidense ganhou força ao longo do pregão e renovou máximas na reta final, chegando a R$ 5,098. Nos minutos finais de negociação, o dólar comercial ficou em R$ 5,087, com valorização de 1,15%. Foi o maior valor de encerramento desde 2 de outubro, quando a cotação havia terminado em R$ 5,216.

O movimento ocorreu em sentido contrário ao do dólar no exterior. Por volta das 17h, o índice DXY, que mede a moeda americana ante uma cesta de seis divisas fortes, recuava 0,53%, aos 102,015 pontos.

No mercado brasileiro, a atenção estava voltada à divulgação de uma nova pesquisa eleitoral e ao noticiário sobre possíveis medidas do governo. A notícia de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderia anunciar tarifa zero no transporte público aos fins de semana e feriados também esteve no radar dos investidores.

Apesar das três altas consecutivas, o dólar ainda acumulava queda de 1,70% em outubro e de 7,33% no ano.

Bolsa perde força

O Ibovespa passou boa parte da tarde na faixa dos 205 mil pontos, mas intensificou as perdas na última hora de negociação. O índice chegou a se aproximar da mínima do dia, de 203.110,43 pontos, e encerrou em queda de 1,06%, aos 204.324,26 pontos.

O desempenho foi marcado pela cautela dos investidores diante do cenário eleitoral e de notícias sobre medidas econômicas com impacto fiscal nos próximos anos.

O giro financeiro da sessão foi de R$ 27 bilhões. Mesmo com a queda do dia, o Ibovespa ainda acumulava alta de 9,65% em outubro e de 26,81% em 2026. Na semana, porém, o índice recuava 2,27%.

Petróleo tem resultados mistos

Os preços do petróleo fecharam sem direção única nesta quinta-feira, em meio a ajustes de posições após a alta da sessão anterior. O mercado acompanhou as tensões no Oriente Médio e entre Rússia e Ucrânia, além de sinais de aumento da oferta global.

Referência para as negociações internacionais, o petróleo tipo Brent, caiu 0,13% e terminou a sessão a US$ 105,92 por barril. O WTI para novembro, dos Estados Unidos, subiu 3,03%, para US$ 97,97 por barril.

A oferta também esteve no foco. Os estoques semanais de petróleo dos Estados Unidos caíram 8,557 milhões de barris, acima das previsões. Nesta quinta, a Agência Internacional de Energia concordou em acelerar a liberação de cerca de 100 milhões de barris de reservas estratégicas anunciada pelo G7 no início de outubro.

Com informações da Agência Brasil/Reuters.

RESUMO

Cotação do dólar e queda da Bolsa: O dólar subiu 1,15% e fechou a R$ 5,087, enquanto o Ibovespa recuou 1,06%, aos 204.324,26 pontos, impulsionados pela cautela dos investidores em relação ao cenário eleitoral e às discussões de medidas econômicas de impacto fiscal.

Comportamento do mercado externo e petróleo: Ao contrário do cenário interno, o dólar perdeu força no exterior frente a divisas fortes, enquanto o petróleo teve resultados mistos: a cotação do Brent caiu 0,13% (US$ 105,92) e a do WTI avançou 3,03% (US$ 97,97).

Fatores de oferta no setor petrolífero: A volatilidade nas commodities foi influenciada por tensões geopolíticas, redução maior que a esperada nos estoques semanais dos EUA e pela decisão da Agência Internacional de Energia de acelerar a liberação de reservas estratégicas.

CONTEÚDO DE MARCA

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