Mandante da morte de policial penal é condenado a 21 anos em Londrina | aRede
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Mandante da morte de policial penal é condenado a 21 anos em Londrina

Rodrigo Aparecido Lourenço foi condenado nesta terça-feira (29) pelo Tribunal do Júri de Londrina

Vítima Gesiel Araújo Palma
Vítima Gesiel Araújo Palma -

Publicado Por Milena Batista

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O Tribunal do Júri de Londrina condenou, nesta terça-feira (29), Rodrigo Aparecido Lourenço pela morte do policial penal Gesiel Araújo Palma, assassinado em abril de 2016. O réu também foi condenado por ser apontado como mandante do crime.

A pena aplicada foi de 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão.

O julgamento ocorreu no Fórum Criminal de Londrina e contou com a participação do advogado Mário Barbosa, que atuou pelo Sindicato dos Policiais Penais do Paraná (SINDARSPEN) como assistente de acusação junto ao Ministério Público. O diretor do sindicato, Milton Peres, também acompanhou a sessão.

Policial penal foi morto a tiros

Gesiel Araújo Palma trabalhava na Penitenciária Estadual de Londrina II (PEL II), onde integrava a Equipe Charlie. Na manhã de 18 de abril de 2016, ele estava em um veículo na região de Londrina quando precisou parar devido a problemas mecânicos e aguardava atendimento.

Durante a espera, outro veículo se aproximou e os ocupantes efetuaram diversos disparos contra o policial penal. Ele morreu no local.

Segundo as investigações, o crime teria sido encomendado por uma facção criminosa e estaria relacionado a uma ação direcionada contra policiais penais.

Outros julgamentos

Em setembro de 2024, oito acusados pela morte de Gesiel foram julgados pelo Tribunal do Júri de Londrina. Na ocasião, quatro réus foram condenados e outros quatro foram absolvidos pelos jurados, que consideraram não haver provas suficientes para vinculá-los às acusações.

O processo teve outros desdobramentos. Eduardo Sena, apontado como executor do assassinato, foi julgado em 2021 e condenado a 32 anos de prisão. Já Alex Junior dos Santos, outro acusado no caso, morreu antes de ser julgado.

O SINDARSPEN acompanha o processo desde o início e afirma que sua atuação busca garantir assistência jurídica e apoio à família do servidor morto durante o exercício da profissão.

CONTEÚDO DE MARCA

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