Menina do Ministério Etrom tem prisão mantida após ataques racistas | aRede
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Menina do Ministério Etrom tem prisão mantida após ataques racistas

Conhecida por publicações polêmicas nas redes sociais, a Menina do Ministério Etrom teria cometido racismo contra funcionário de um hotel

Esta não é a primeira vez que Lusimar foi alvo de investigações das autoridades
Esta não é a primeira vez que Lusimar foi alvo de investigações das autoridades -

Publicado por Iolanda Lima

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Lusimar Augustinho da Silva, 55 anos, a infame Menina do Ministério Etrom, teve a prisão em flagrante convertida para preventiva pela Justiça do Distrito Federal (TJDFT) no final da tarde desta sexta-feira (14) Ela foi presa na quinta-feira (13) após direcionar ofensas racistas a funcionários de um hotel em Brasília (DF). As informações são do Metrópoles. 

A Menina teria registrado em vídeo e depois compartilhado nas redes sociais quando direcionou ataques aos profissionais do empreendimento na Asa Norte. Esta teria sido a segunda vez em dois dias que ela ofendeu os funcionários do local.

Esta não é a primeira vez que Lusimar foi alvo de investigações das autoridades. Em novembro de 2025, ela disparou ofensas racistas contra um segurança de um hotel em São Paulo e foi denunciada pelo Ministério Público por racismo.

Quem é a Menina do Ministério Etrom

Lusimar Augustinho da Silva é natural de Montes Claros de Goiás e passou a infância na igreja, sendo criada pelos avós após perder os pais. Depois de atritos com os familiares, ela fugiu de um hospital psiquiátrico e foi dada como desaparecida pela avó. Tempos depois, ela se mudou para o Distrito Federal e passou a ser chamada como “A Menina do Ministério Etrom” (morte ao contrário). Registros dela caminhando pelas ruas da capital federal passaram a viralizar nas redes sociais e conquistar seguidores com falas desconexas e ataques.

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