Tereza Cristina sinaliza aceitar vice de Flávio e PP rediscute neutralidade | aRede
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Tereza Cristina sinaliza aceitar vice de Flávio e PP rediscute neutralidade

Senadora indicou a aliados que concordaria em formar chapa, mas decisão depende do partido

Tereza já tinha recusado o convite para integrar a chapa presidencial
Tereza já tinha recusado o convite para integrar a chapa presidencial -

Publicado por Iolanda Lima

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A senadora Tereza Cristina (PP-MS) sinalizou a interlocutores sua disposição em aceitar o posto de vice na chapa de Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência da República. Com isso, o Progressistas, que forma uma federação com o União Brasil, topou rediscutir a neutralidade na disputa presidencial deste ano.

O comando nacional do partido começou desde quarta-feira (29) uma série de consultas aos dirigentes estaduais da legenda.

A ideia é amadurecer a ideia até a convenção nacional da legenda, marcada para o dia 5 de agosto. Segundo apurou a CNN, os presidentes do PP, senador Ciro Nogueira (PI), e do União Brasil, Antônio Rueda, devem ter uma conversa na segunda-feira (3) com Flávio Bolsonaro e o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Nesta semana, Flávio intensificou as articulações com o partido de centro-direita para evitar uma chapa puro-sangue na disputa deste ano. As informações são da CNN Brasil.

Tereza já tinha recusado o convite para integrar a chapa presidencial. Ela havia alegado que seu plano é se tornar presidente do Senado Federal em 2027.

Nos últimos dias, porém, caciques políticos do bloco do centrão a procuraram em busca de um acordo com Flávio.

Segundo relatos, um dos entusiastas foi o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A avaliação é de que um apoio da federação PP e União Brasil ajudaria a demover também o Republicanos a ficar neutro na disputa nacional.

Em nota oficial, Tereza informou que se reuniu com Flavio nesta quarta-feira (29). E destacou que a decisão de composição “depende de avaliações políticas e pessoais, além de consultas e acertos partidários”.

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