Trabalhador morre após ser atropelado na BR-376 em Maringá
Valdinei Pereira da Cruz, de 36 anos, atuava na sinalização da equipe quando foi atingido por uma Land Rover

Foi identificado como Valdinei Pereira da Cruz, de 36 anos, o trabalhador que morreu após ser atropelado na tarde desta quinta-feira (23), na Avenida Colombo (BR-376), em Maringá, no Norte do Paraná.
Conforme o Aconteceu Maringá Notícias, Valdinei era funcionário de uma empresa terceirizada que presta serviços à Prefeitura de Maringá e participava de uma equipe responsável pela limpeza e roçada do canteiro central da avenida. Segundo as informações, ele atuava na sinalização do local quando foi atingido por uma Land Rover Discovery.
O acidente aconteceu durante a realização dos trabalhos de manutenção da via. Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas, mas a vítima não resistiu aos ferimentos graves e morreu ainda no local.
De acordo com o tenente André Bueno, do Corpo de Bombeiros, os trabalhadores realizavam o serviço no canteiro central quando ocorreu o atropelamento.
Motorista fugiu após acidente
Conforme apurado no local, após atingir o trabalhador, o motorista da Land Rover percorreu cerca de 20 metros e parou o veículo. Em seguida, ele abandonou o carro e deixou o local a pé, sem prestar socorro à vítima.
Familiares do condutor compareceram posteriormente ao ponto do acidente. A irmã do motorista teria colaborado com as autoridades para auxiliar na identificação do responsável.
Prefeitura lamenta morte de trabalhador
Em nota, a Prefeitura de Maringá confirmou que Valdinei era funcionário de uma empresa terceirizada contratada pelo município.
O Executivo municipal informou que lamenta profundamente a morte do trabalhador e que acompanha o caso junto à empresa responsável pelos serviços.
Encarregado afirma que pista estava interditada
O encarregado da equipe de roçada afirmou, em entrevista ao repórter Eduardo Leandro, que o motorista teria entrado em uma área que estava interditada para a execução dos trabalhos.
Segundo ele, além de fugir após o atropelamento, familiares do condutor teriam tentado intimidá-lo.
O responsável pela equipe afirmou que o acidente poderia ter atingido outros trabalhadores e criticou a atitude do motorista de deixar o local.
Polícia Civil investiga o caso
A Polícia Civil do Paraná vai investigar as circunstâncias do acidente, incluindo as condições da sinalização e interdição da pista, a forma como o veículo acessou a área de trabalho e a responsabilidade do condutor, que deixou o local sem prestar atendimento à vítima.
O caso segue em apuração.





















