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‘Lan house do sexo’ tem público ‘fiel’ no norte do Paraná

Local que funciona com aluguel de cabines, prima pela discrição: “O que acontece aqui, fica aqui”, diz proprietária

Local funciona das 10h às 22h, de segunda a sábado
Local funciona das 10h às 22h, de segunda a sábado -

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Sexo sem compromisso, das 10h às 22h, de segunda a sábado. É o que buscam as pessoas que frequentam o que se pode chamar de ‘lan house do sexo’, que fica na região central de Maringá, no norte do Paraná. Em um espaço de cerca de 480m², os visitantes circulam pelas cabines, sala de cinema que transmite filme pornográfico, uma sala com sofá, bar e palco com pole dance, e pelos famosos dark rooms, os quartos pretos, onde, com consentimento, ‘vale tudo’ e ninguém consegue se ver.

O massoterapeuta João Emanuel Leite Tomé, de 44 anos, e a correspondente bancária Andressa Scheretter, de 42 anos, vieram há seis anos de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, para Maringá, com o objetivo de ficar mais perto da família e abrir o próprio negócio. Mas o que poderia dar certo na cidade? Como ganhar dinheiro? O que dá retorno rápido? “Sexo. Todo mundo faz sexo”, concluíram. Surgiu, então, a ideia do cyber, aberto há 1 ano e 2 meses.

No local há os famosos dark rooms, os quartos pretos, onde, com consentimento, ‘vale tudo’ e ninguém consegue se ver
No local há os famosos dark rooms, os quartos pretos, onde, com consentimento, ‘vale tudo’ e ninguém consegue se ver |  Foto: Divulgação/Cyber Hot
  

O horário de funcionamento e a localização são estratégicos. “Foi uma das nossas apostas. Ou a gente criava em um local mais isolado, mais longe, ou a gente procurava no centro. Daí a gente procurou no centro, porque acontece aquela rapidinha na hora do almoço. Acabou dando certo. Sobre o horário, já tentamos funcionar de madrugada, mas não deu certo. A região aqui é mais diurna mesmo, e é o horário que a galera está trabalhando e dá uma ‘escapadinha'”, explica o casal.

Na ‘lan house do sexo’ a discrição é a palavra de ordem. Os clientes costumam usar nomes fictícios. “O que acontece aqui, fica aqui”, ressalta Andressa.

Algo que também chama a atenção são os sons que se escutam de todos os ambientes. E a ideia é justamente essa, todo mundo poder se escutar. “Quanto mais barulho acontece mais a galera ‘fica louca’. É assim que funciona”, diz a proprietária.

A ‘lan house do sexo’ de Maringá funciona com alugueis de cabine. Quando o cliente chega, o casal apresenta a casa e mostra os ambientes comuns, nos quais é liberado circular sem custo: a sala com bar, sofá e pole dance, os dark rooms, cinema privê e corredores. Depois, é direcionado para uma das cabines, que oferecem preservativos e é onde ficam os famosos glory holes.

Pelo computador que fica na cabine o cliente acessa o sistema do cyber e começa a conversar pelo chat com as pessoas que estão nas outras cabines, sem que ninguém se veja. A partir daí tudo pode acontecer: aproveitar o hole glory, receber dentro da própria cabine o cliente que está em outra, ou ir para os ambientes comuns, como o famoso dark room, muito escolhido justamente pela possiblidade de preservar a própria identidade.

Valores

A cabine individual custa R$ 14 a hora; a cabine dupla, que permite que o cliente receba até duas pessoas, custa R$ 25 a hora; a vip, com banheiro, chuveiro e cama de massagem custa R$ 30 a hora e permite a visita de até três pessoas, e a cabine 15, com cama, custa R$ 50 a hora e também permite que se receba até três pessoas. Para as pessoas que não gostam de ficar ‘presas’ nas cabines, a casa oferece a opção de diária, que custa R$ 18 e permite que a pessoa entre e saia do local quantas vezes quiser e frequente as áreas comuns.

O grande atrativo

O glory hole, ou ‘buraco da glória’, é o grande atrativo da casa, juntamente com os os dark rooms. Trata-se de uma espécie de janela na parede, que pode ser aberta para que a pessoa tenha uma interação íntima com quem está na cabine ao lado.

“A pessoa tem essa privacidade de abrir ou não. É lógico, as pessoas vão ali na curiosidade e acabam abrindo e ali começam as brincadeiras. O nosso chat interno tem a numeração das cabines, então eles vão se localizando”, explica Tomé.

Os proprietários fazem questão de destacar também o glory hole feminino, maior que o masculino. “É um diferencial aqui de Maringá. É uma janela maior. Tem meninas que ficam ali naquele buraco e os caras brincam com elas sem olhar o rosto delas. Os casais também usam bastante”, contam.


Veja mais detalhes e informações dessa pauta no portal GMC Online 

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