Vereadora quer proibir uso de fogos de artifício | aRede
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Vereadora quer proibir uso de fogos de artifício

Fabiane Rosa (PSDC) apresentou projeto de lei para proibir uso de fogos de artifício em Curitiba

Vereadora ressalta que além dos animais, cidadãos também são feridos com a solta de fogos
Vereadora ressalta que além dos animais, cidadãos também são feridos com a solta de fogos -

Fabiane Rosa (PSDC) apresentou projeto de lei para proibir uso de fogos de artifício em Curitiba  

Recém empossada, a vereadora novata Fabiane Rosa (PSDC) apresentou nessa segunda-feira (02) o primeiro projeto desta legislatura na Câmara Municipal de Curitiba. Com a proposta, a parlamentar, que se elegeu defendendo a causa da proteção aos animais, pretende proibir a queima, soltura e manuseio de fogos de artifício e artefatos pirotécnicos na Capital paranaense. As informações são do Bem Paraná.

“O barulho causado pelos fogos de artifício é extremamente danoso aos animais, sejam domésticos – como cães e gatos – ou silvestres. Há casos, inclusive, de mortes pelo pânico que o barulho causa nos animais, que tem a audição mais sensível”, alega ela. O projeto estabelece que, no caso de um artefato desses explodir próximo a um cão, pode ocorrer dano físico ao tímpano do animal, como ruptura ou laceração, comprometendo sua audição.

Já para barulhos não tão próximos, diz o texto, “o que conta é o efeito psicológico, pois o cão associa aquele barulho intenso e pouco comum com a movimentação e desordem que normalmente ocorrem nestes períodos (jogos, festas, etc…). Dessa forma, instala-se um quadro de fobia que pode resultar em um quadro sintomático de ansiedade, tremores, taquicardia (aumento da frequência cardíaca), vocalização excessiva (choras, ladrar, latir) e até mesmo óbito em casos extremos”.

A vereadora aponta ainda o elevado índice de acidentes que ocorrem com pessoas durante o manuseio de fogos de artifício. “Segundo o Ministério da Saúde, 70% dos acidentes provocam queimaduras importantes, 20% sofrem lesões, lacerações e cortes e 10% destes acidentes causam amputações de membros superiores, lesão de córnea ou perda de visão, lesão do pavilhão auditivo ou perda permanente de audição”.

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