Cemitério histórico de Telêmaco Borba recebe visita guiada
Atividade no Dia de Finados reuniu pesquisadores e comunidade para resgatar a história do espaço, que completou 82 anos

No Dia de Finados, 2 de novembro, o Cemitério Histórico de Harmonia, em Telêmaco Borba, recebeu uma visita guiada promovida pelo Coletivo Prosa de Monte Alegre, em parceria com uma atividade de extensão da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).
O encontro reuniu professores, pesquisadores, profissionais ligados ao turismo, membros do Conselho Municipal de Cultura do município, além de uma liderança indígena Kaingang e integrantes da comunidade.
A programação começou com uma roda de conversa sobre a origem e a trajetória do cemitério, que completou 82 anos em 2026.
O encontro também abordou o estudo elaborado pela UEPG em 2019, que reconheceu o valor histórico, social, religioso e cultural do cemitério e recomendou seu tombamento como patrimônio cultural estadual.
Na sequência, os participantes percorreram o cemitério e ouviram relatos sobre alguns casos emblemáticos de pessoas ali sepultadas. Também puderam observar os diferentes tipos de sepulturas, túmulos, cruzes de ferro e outros elementos arquitetônicos. O percurso permitiu conhecer diferentes períodos da história de Monte Alegre e da formação do município de Telêmaco Borba e região.
Sobre o Prosa de Monte Alegre
O Prosa de Monte Alegre é um coletivo cultural de Telêmaco Borba, certificado como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura. Atua na valorização da memória social e do patrimônio cultural, por meio de pesquisas, entrevistas, documentários e atividades de educação patrimonial. Entre seus integrantes está José Cassiano, reconhecido como Mestre das Culturas Tradicionais e Populares pela Secretaria de Estado da Cultura do Paraná (SEEC-PR).
RESUMO:
O Cemitério Histórico de Harmonia, em Telêmaco Borba, recebeu uma visita guiada no Dia de Finados (2), promovida pelo Coletivo Prosa de Monte Alegre em parceria com a UEPG. A atividade reuniu representantes da comunidade e pesquisadores para conhecer a história do espaço, que completou 82 anos em 2026 e teve seu valor cultural reconhecido em estudo da universidade, que recomendou seu tombamento como patrimônio estadual.



