PUBLICIDADE

Empresa de Piraí do Sul aparece entre financiadoras de atos golpistas

A empresa R. V. da Silva Serviços Florestais LTDA ainda não se manifestou após ser incluída pela Advocacia Geral da União (AGU) em lista de envolvidos nos atos antidemocráticos

Os atos antidemocráticos foram registrados no último domingo (8), em Brasília.
Os atos antidemocráticos foram registrados no último domingo (8), em Brasília. -

Da Redação

@Siga-me
Google Notícias facebook twitter twitter telegram whatsapp email

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu que a Justiça Federal do Distrito Federal bloqueie os bens de 3 empresas e 10 pessoas físicas do Paraná acusadas de financiar o transporte dos envolvidos nos atos de terrorismo na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O caso foi no último domingo (8). Entre as empresas citadas pela AGU, consta o nome da R.V da Silva Serviços Florestais LTDA, de Piraí do Sul. 

A reportagem tentou contato com a empresa, mas até o momento não obteve retorno. De acordo com apuração do Portal aRede, o proprietário do estabelecimento seria Reginaldo Vaz da Silva e ele seria morador de Telêmaco Borba. A empresa foi fundada em setembro de 2012 e seria localizada no quilômetro 256 da PR-151. 

Em todo o país, a AGU aponta que 52 pessoas e sete empresas estão envolvidas. Os pedidos de bloqueios somam R$ 6,5 milhões entre todos os citados pela AGU.

Segundo a AGU, o grupo teve “papel decisivo no desenrolar fático” dos ataques às sedes dos Poderes da República e, por isso, “devem responder pelos danos causados ao patrimônio público federal e derivados”. O órgão classificou os atos golpistas como um “episódio traumático na história do país”. 

Ainda de acordo com a AGU, a quantia bloqueada seria usada para ressarcir o poder público pelos danos causados aos prédios. Ainda não há, entretanto, condenação judicial neste sentido.

PUBLICIDADE

Conteúdo de marca

Quero divulgar right

PUBLICIDADE