Sete famílias de Tibagi recebem títulos de propriedade de imóveis
Moradores do bairro Bom Pastor receberam as matrículas dos terrenos após processo de regularização fundiária, garantindo segurança jurídica sobre as casas

Sete famílias do bairro Bom Pastor, em Tibagi, nos Campos Gerais, receberam os títulos de propriedade dos imóveis onde vivem. A entrega das matrículas ocorreu na sexta-feira (16), na sede da Secretaria Municipal de Habitação, após um processo de regularização fundiária.
Com o registro legal, os moradores passam a ter a propriedade formal dos imóveis, o que amplia a segurança jurídica e permite utilizar o patrimônio em operações que exigem comprovação de titularidade, conforme as condições aplicáveis.
O secretário de Habitação, Leopoldo Scheraiber, destaca a importância da entrega para as famílias e reforça que o município pretende ampliar as ações de regularização. “A partir de hoje, essas famílias não têm apenas a posse, mas a propriedade de suas casas. São sete famílias beneficiadas não somente com a entrega da matrícula, mas também com a dignidade de receber o título da casa própria”, afirmou.
Leopoldo também agradeceu às parcerias que contribuíram para a realização do trabalho e explicou que a secretaria continua com os projetos de regularização fundiária em outras áreas do município. Segundo ele, embora os procedimentos exijam tempo para cumprir todas as etapas legais, novas entregas devem ocorrer conforme os processos avancem.
Para a moradora Sônia Ferreira S., uma das beneficiadas, receber a documentação definitiva significa realizar um sonho aguardado por muito tempo. Ela relatou que o caminho até a regularização exigiu paciência, principalmente por causa das questões legais e das irregularidades dos terrenos.
“Para mim, é um sonho. O meu lar hoje… Eu esperei muito, muito mesmo por esse momento. No princípio, parecia quase impossível, por causa dos trâmites, das leis e de algumas irregularidades. Eram terrenos irregulares e dependiam de muitos departamentos. Mas é um sonho realizado”, comemorou.
A conquista também traz benefícios práticos para os proprietários. Com o imóvel regularizado e devidamente registrado, as famílias passam a ter mais possibilidades de utilizar o patrimônio em operações que exigem comprovação legal da propriedade, conforme as condições de cada instituição financeira.
Regularização valoriza os imóveis
O engenheiro Olivério Neto, responsável pela empresa ASP, que executou o trabalho de regularização, ressaltou o significado social da iniciativa e os benefícios que a documentação proporciona aos moradores. “Para mim é um momento mágico. Mas também é muito importante para a minha empresa, porque buscamos oferecer mais dignidade a essas famílias. A gente entrega os documentos e sempre brinca: dono é quem registra. Hoje, cada uma dessas famílias pode dizer que o terreno é seu, de papel passado”, afirmou.
O engenheiro também explicou que a regularização pode valorizar os imóveis. Segundo ele, a estimativa é de um aumento de 35% a 50% no valor do patrimônio, embora o percentual dependa das características de cada imóvel e das condições do mercado imobiliário.
Além da valorização, o registro formal pode facilitar o acesso a linhas de crédito para reformas, melhorias e até a construção de uma nova moradia, desde que os proprietários atendam aos critérios exigidos pelas instituições financeiras.
Com informações de Assessoria de Imprensa.
Leia o resumo da notícia
Segurança jurídica para famílias de Tibagi: Sete famílias do bairro Bom Pastor receberam os títulos de propriedade (matrículas) de seus imóveis após processo de regularização fundiária conduzido pela Secretaria Municipal de Habitação, garantindo a posse formal e definitiva das moradias.
Impacto e oportunidades financeiras: A documentação oficial assegura dignidade aos moradores e permite o uso do imóvel como garantia legal para linhas de crédito destinadas a reformas ou construções, conforme critérios das instituições financeiras.
Valorização do patrimônio e continuidade: Executado pela empresa ASP, o processo pode valorizar os imóveis entre 35% e 50%, enquanto a administração municipal planeja avançar com novos projetos de regularização fundiária em outras áreas da cidade.



