Região impulsiona geração de empregos no Brasil
Setor de papel e celulose na região se destaca na geração de empregos nacional!

Os investimentos realizados pela Klabin, no município de Ortigueira, na Região dos Campos Gerais, através do Programa Paraná Competitivo, contribuíram para a geração de milhares de empregos no setor da celulose e papel em municípios da região. De acordo com números revelados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes), com base nas informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), mostram que 3.296 vagas foram criadas na microrregião de Telêmaco Borba, que abrange o município de Ortigueira.
Conforme o levantamento, essa evolução no número de contratados ocorreu entre janeiro de 2011 e fevereiro de 2017, especificamente nas áreas de fabricação de celulose, papel e produtos de papel. O investimento total aplicado na unidade é de R$ 8,5 bilhões, para a produção de 1,5 milhão de toneladas de celulose por ano. Este é apenas um dos mais de 20 empreendimentos enquadrados no Programa em toda a região dos Campos Gerais, que recebeu o aporte de diversas multinacionais, como a DAF e a Ambev em Ponta Grossa, por exemplo, e a Cargill e Evonik, em Castro. Os investimentos passam de R$ 12 bilhões.
Neste mesmo período, o emprego formal no setor mencionado, em nível nacional, contabilizou saldo de 2.986 vagas. “Ou seja, sem o desempenho do Paraná, o saldo do setor seria negativo. Quando se olha no detalhe percebe-se o impacto sobre a geração de empregos que o programa teve. E é um resultado relevante, principalmente em regiões de baixo desenvolvimento econômico”, diz Julio Suzuki Júnior, diretor presidente do Ipardes.
Participação
Em 2012, o Paraná respondia por 7,81% das ocupações da indústria da transformação no Brasil. Mesmo com a crise econômica, o Estado aumentou sua participação nos últimos anos e, no fim de 2016, representava 8,02% do emprego no setor. Isso é reflexo do Paraná Competitivo, que atraiu mais de R$ 42 bilhões em investimentos ao Estado.





















