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Corredor impulsiona agronegócio nacional

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19 de agosto de 2017 01:12

Mario Martins

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Quase que a totalidade dos veículos do Brasil que chegam ao litoral paranaense passam pela região/Foto: Divulgação
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Um dos motivos que fazem dos Campos Gerais um verdadeiro ‘corredor de riquezas’ é o escoamento da safra brasileira. O Paraná conta com o segundo maior porto do país, o Porto de Paranaguá - que fica atrás apenas do Porto de Santos (SP). No entanto, mais da metade dos carregamentos enviados ao porto paulista chegam por ferrovias e oleodutos. Assim, Paranaguá detém o título de maior recebedor de produtos por rodovias - que representam cerca de 70% do total de cargas desembarcadas. De lá, as mercadorias são encaminhadas para mais de 170 países.

Quase que a totalidade dos veículos do Brasil que chegam ao litoral paranaense passam pela região. Fazendo uma analogia rápida, os Campos Gerais funcionariam como a ponta de um funil, que recebe veículos de carga de todos os cantos do país e até mesmo de países vizinhos - como Argentina, Paraguai e Uruguai.

Segundo a CCR RodoNorte, responsável pela administração das principais rodovias da região, cerca de 17 mil carretas e caminhões trafegam diariamente pelo trecho. Para diminuir custos de transporte que acarretariam no encarecimento de produtos do setor agrícola, cabe à concessionária realizar a manutenção constante dos trechos.

A movimentação de cargas no chamado ‘Corredor de Exportação’ do Porto de Paranaguá mais do que dobrou em relação ao último ano. De acordo com dados da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), o valor subiu de 801 mil toneladas para 1,8 milhão de toneladas. Com o escoamento da safra recorde brasileira, estimada para 2017, a expectativa é de que os próximos números sejam maiores.

 

Paraná deve colher e escoar 40 mi de toneladas de grãos

Em nova reavaliação de safra, a Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Paraná estima que a safra agrícola 2016/2017 poderá superar 40 milhões de toneladas, entre as três safras plantadas no estado. O mais recente relatório do Departamento de Economia Rural (Deral), que acompanha mensalmente a evolução das lavouras, já registrou as perdas iniciais na safra de trigo, devido à geada recente, seca durante a evolução da cultura e, ainda, menor área de plantio. Mas ainda assim estima uma produção bem acima da registrada em 2016. Boa parte dos grãos serão escoados até o Porto de Paranaguá, seja através do produto em forma bruta ou já industrializados

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