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A saúde pública de PG requer gestão eficiente

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O pacote de melhorias para o setor de saúde de Ponta Grossa, que será detalhado na próxima segunda-feira (20), pela prefeita Elizabeth Schmidt e o governador Ratinho Junior, surge num momento de forte crise neste setor. Num dos extremos estão as pessoas que reclamam da prestação de serviços; em outra ponta tem a CPI da Saúde, com o direcionamento de uma investigação para a Prefeitura.

Uma das novidades que serão anunciadas é a reabertura do Pronto Socorro Municipal e a transformação deste espaço em ‘Hospital Vocacionado’, para o atendimento ao trauma. Essa medida ampliaria a oferta de serviços no futuro nas especialidades de ortopedia e traumatologia, garantindo mais leitos a toda população.

O governador também deverá anunciar a liberação de mais R$ 4 milhões para a construção de outros dois superpostos em regiões com alta concentração de pessoas, dando sequência ao planejamento da Prefeitura de levar atendimento de qualidade para a ponta, próximo onde as famílias que mais precisam possam ter melhor atenção básica.

Investimentos e obras são importantes. Mas, se a Fundação Municipal de Saúde não tiver uma gestão eficiente, os problemas vão se avolumar, causando maiores transtornos aos moradores. Neste cenário, reforça-se a importância de a nomeação do novo presidente da FMS, acontecer o quanto antes. E que este profissional seja da área médica.

Sobre a CPI da Saúde, oito itens foram elencados para a investigação. Entre eles, estão os processos de contratação de médicos, estudos para fechamentos das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e o remanejamento de equipes e atendimento à população, demora no atendimento das UPAs e Centro de Atendimento da Criança, planejamento para possíveis reformas e construções de UPAs e UBS.

Os trabalhos da Comissão foram iniciados nesta semana e eles só terão sentido se o resultado almejado atingir as expectativas deste grande número de pessoas que chegam de madrugada nos postos de saúde ou nas Unidades de Pronto Atendimento e nem sempre se contentam com o atendimento. Pelo contrário: saem do local frustrados e com os sintomas agravados pelo estresse e desesperança.

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