Secretárias apontam os benefícios do programa

Vamos Ler

12 de março de 2017 16:01

Dhiego Tchmolo

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Desenvolvimento textual e interação são destaques para as secretárias de Educação parceiras do Vamos Ler.

Integrando as Secretarias Municipais de Educação de Ponta Grossa, Jaguariaíva, Imbituva, Carambeí e Tibagi, o Vamos Ler – Geração Digital terá um corpo pedagógico que ajudará na coordenação e diálogo do programa juntos às pastas de cada município. Com nove anos de existência, muitos profissionais já trabalharam com o projeto e destacam a importância de aliar a mídia e a educação, como ferramenta pedagógica, e exaltam a nova proposta – voltada às mídias digitais.

Esméria de Lourdes Saveli, secretária de Educação de Ponta Grossa, aponta que são dois elementos que fazem do projeto uma ferramenta única dentro das escolas: a parceria com o portal aRede e o Jornal da Manhã, além do desenvolvimento textual do aluno. “Primeiro temos a empresa privada que se articula com o poder público, onde há o interesse do jornal/portal em promover a educação. Segundo que esse método é um gênero da escrita, jornalístico. É importante para que os alunos tomem conhecimento das situações que se passam no cotidiano e na cidade. No formato proposto (pelo Vamos Ler), é mais um recurso que a criança desenvolve nas relações com a tecnologia. É uma forma de formar o leitor”.

Com experiência em desenvolver o programa quando ainda era diretora de um colégio, a secretária de Carambeí, Ana Wieslava Kaspachak, explica que a proposta do programa se faz necessária para os alunos da rede municipal. “Sou apaixonada pelo tema. O Vamos Ler foi um dos melhores projetos que tivemos com as escolas estaduais e hoje temos ela no município. A criança precisa aprender a trabalhar com essas novas ferramentas, pois já sabe utilizar a mídia digital. Trata-se do conhecimento, onde as crianças estão cada vez mais dispostas a fazerem o melhor”.

O crescimento crítico e a formação do cidadão é o principal elemento destacado por Ana Elis Gomes, secretária de Tibagi. “Hoje nós falamos de tecnologia onde é preciso saber administrar devido a muita informação má administrada. (O programa) traz o uso das ferramentas, junto com os blogs, que eu acho importante. A tendência é formar um cidadão mais crítico e bem antenado. Aqui na cidade já temos a lousa digital, onde a professora poderá usar em parceria com o Vamos Ler. No dia a dia, os alunos já tem o convívio com essa tecnologia”.

Para a secretária Sonia Wolff de Matos, de Imbituva, a multidisciplinaridade do Vamos Ler contribui para que o projeto seja ideal para o desenvolvimento com o 5º ano da rede municipal. “Temos nível de conhecimentos gerais que engloba tudo: ciências naturais, matemático e principalmente português. Podemos ter a capacidade de aprendizado mais eficaz, com o conhecimento através das notícias em instituições escolares, onde os alunos vão desenvolver tudo isso dentro da sala de aula”.

O trabalho desenvolvido em Jaguariaíva, explica a secretária Alcione Lemos, poderá dar mais espaço ao aluno. “Temos um histórico de trabalhos assim (com mídia e educação). Temos expectativas e saldos positivos, junto a rede municipal de ensino. Vai agregar ainda mais conceitos, conhecimentos, trazendo para as nossas crianças mais desenvolvimentos, dando ações e espaços para elas”.

Mídias digitais são destacadas

As coordenadoras do programa nos municípios também destacam a relação das mídias digitais com a educação, norteando o Vamos Ler – Geração Digital em 2017. “O contato virtual é o mundo deles (alunos da rede municipal de ensino). É a década deles. Ficamos voltados só ao conteúdo educacional muitas vezes e temos a possibilidade de trabalhar esse planeamento associado com a mídia”, comenta Patrícia Alessi Bastos, coordenador de Educação Especial de Imbituva. “Essa forma de mídia digital apresentada é bastante importante.

O trabalho com as fotos, com o vídeo, produzidos dentro da sala de aula, serão recursos que irão agregar no trabalho que os professores já desenvolvem na rede municipal de ensino”, explica a professora Andréia Valentim, coordenador do projeto em Jaguariaíva. A expectativa para as coordenadoras é que os trabalhos desenvolvidos  possam ser realizados através das plataformas disponíveis nas escolas, capacitando ainda mais os professores.

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