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Município busca liberação do EPTA para o aeroporto

Ponta Grossa

11 de outubro de 2017 18:59

Fernando Rogala

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Aeroporto Municipal Comandante Antonio Amilton Beraldo (Santana), em Ponta Grossa, já possui a Estação Prestadora de Serviços de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo (EPTA), necessária para a operação do aeroporto por instrumentos. Porém ainda não pode operar o Sistema de Pouso por Instrumentos (ILS). Isso ocorre porque o aeroporto necessita de uma autorização dos órgãos reguladores nacionais, processo que está sendo agilizado pela Prefeitura de Ponta Grossa, através da Secretaria de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional, responsável pelos assuntos relacionados ao Santana. 

Paulo Henrique Carbonare, secretário da pasta, nomeado nesta quarta-feira (11), em Diário Oficial, para responder pelo Aeroporto, representando interesses do município, já esteve em diversos órgãos para fazer a apresentação do EPTA, como no Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), Instituto de Cartografia Aeronáutica (ICA) e Grupo Especial de Inspeção em Voo (GEIV), para a autorização e homologação, para obter a liberação. Agora, Carbonar informa que o processo de homologação está no Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta II), em Curitiba.

Após a aprovação do projeto, fiscais deverão vir a Ponta Grossa para verificar se o que está descrito está de acordo com o instalado no município. “Nós já encaminhamos os projetos, que está em análise. Quando aprovado, leva entre 15 e 20 dias para a vistoria do que foi apresentado”, informa Carbonar. Logo após essa vistoria, há a aprovação, que permitirá a operação de forma imediata. “Falei com o pessoal da empresa que venceu a licitação, e eles falaram que em 30 dias deve estar homologado o EPTA. Com isso, já poderão passar as informações da companhia aérea para fazer a carta de voo, de meteorologia, vento, e ter canal direto com o piloto”, ressalta o secretário municipal. 


Equipamento traz mais segurança

A Estação Prestadora de Serviços de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo (EPTA) é necessária para que o aeroporto possa operar por instrumentos e aterrissar com segurança, reduzindo os desvios de voos para outros locais, caso as condições de pouso visual são impedidas por condições climáticas adversas, como a falta de teto e vento. Hoje, o percentual de voos desviados em Ponta Grossa (geralmente destinados a Curitiba) é de aproximadamente 8%, segundo dados da Fiep.

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