Caixa e UEPG assinam convênio para emenda de Aliel

Ponta Grossa

12 de dezembro de 2016 17:19

Afonso Verner

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Com convênio assinado, previsão é que obra seja licitada e iniciada no próximo ano/Imagem: Cristiano Barbosa
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Valor de R$ 3,9 milhões será destinado à construção da Maternidade Regional anexa ao Hospital Universitário

A Caixa Econômica Federal (CEF) e a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) assinaram nessa segunda-feira (12) o convênio para a construção da maternidade regional, anexa ao Hospital Universitário. Oinvestimento na obra é de R$ 3,9 milhões e é oriundo de uma emenda parlamentardo deputado federal Aliel Machado (REDE). A expectativa é que a obra já sejalicitada no próximo ano.

A Maternidade ficará ao lado do Hospital Regional Universitário dos Campos Gerais e o prédio terá mais de 1200 metros quadrados. Dono da emenda que possibilitará a obra, Aliel lembra que atualmente o Hospital Regional tem uma maternidade “improvisada” após o fechamento do Hospital Evangélico. “Vamos conquistar um espaço digno para nossas mães e um atendimento mais humano para elas”, garantiu Aliel.

Com a emenda de Aliel, a União irá bancar a construção do prédio da nova maternidade e o Governo do Estado deverá ficar responsável pelos custos do funcionamento da unidade. “Fico feliz em conseguir essa parceria com o Governo do Estado, de nada adiantaria conseguirmos construir o espaço para receber a maternidade sem garantir a estrutura para o funcionamento do local”, afirmou Aliel.

A assinatura do convênio contou com a presença de Aliel, do reitor da UEPG, Luciano Vargas, e do superintendente da Caixa, Adriano Resende. O reitor ressalta que a construção do novo espaço é fundamental para a UEPG e para a comunidade de toda a região dos Campos Gerais. “Nossa expectativa é que a obra seja concluída em 2018 e com isso vamos poder realizar partos de mães aqui da cidade, como também de toda a região dos Campos Gerais”, contou Vargas.

O reitor ressalta ainda que atualmente o Hospital Universitário realiza 250 partos por mês em um espaço adaptado para receber os leitos. “Vamos devolver esse espaço para outras atividades do Hospital Universitário assim que a obra da maternidade terminar e com isso vamos conseguir avanços também nesse setor”, contou Luciano.

O reitor ressaltou ainda que para a UEPG a nova maternidade deverá representar a ampliação do espaço de aprendizagem. “Poderemos formar médicos, enfermeiros e outros profissionais especialistas em atendimento obstétrico, esse é um avanço para a área científica que vai gerar melhorias no atendimento oferecido às nossas gestantes e às crianças que nascerão no nosso município”, garantiu Vargas.

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