Justiça manda prender “serial killer” por morte de 37 animais

Cotidiano

14 de novembro de 2017 11:00

Da Redação

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A pena foi aumentada para dezessete anos, seis meses e 26 dias em regime semiaberto./Foto: Divulgação Veja SP/
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Um detetive particular contratado por uma ONG flagrou a mulher depositando sacos de lixo com os animais mortos em frente à própria casa

A Justiça decretou na sexta (10) a prisão de Dalva Lina da Silva, 48 anos, condenada por matar 37 cães e gatos em 2012. Conhecida como “serial killer de animais”, ela é acusada de fingir ser protetora de animais para recolhê-los e, em casa, matá-los com uma injeção no coração. 

A pena foi aumentada para dezessete anos, seis meses e 26 dias em regime semiaberto. Ela já havia sido condenada em 2015 a doze anos de prisão, mas o Ministério Público Estadual de São Paulo recorreu solicitando aumento da pena. Em decisão favorável ao MP, a 10ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça que negou a apelação da defesa contra a condenação.

Moradora da Vila Mariana, em São Paulo, a dona de casa era conhecida como protetora de animais. O caso foi descoberto pela ONG Adote um Gatinho, que desconfiou da rapidez com a qual ela achava um lar para os cães e gatos. Um detetive particular contratado pela ONG flagrou a moradora deixando vários sacos de lixo em frente à própria casa. Ao abri-lo o homem se deparou com os animais mortos.

Dalva chegou a ser detida logo em seguida, em janeiro daquele ano, mas acabou liberada e pôde responder ao crime em liberdade. Na época, ela afirmou que havia sacrificado seis deles por estarem doentes, mas disse não saber de onde vieram os outros. 

Informações Veja São Paulo

 

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