Procuradores do Brasil e de dez países farão parceria na Lava Jato

Cotidiano

17 de fevereiro de 2017 10:02

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Equipes vão investigar crimes cometidos por executivos e empregados da Odebrecht/Foto: Divulgação
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Argentina, Chile, Colômbia, Equador, México, Panamá, Peru, Portugal, República Dominicana e Venezuela fazem parte da parceria.

Os procuradores gerais do Brasil e de outros dez países assinaram acordo de cooperação internacional contra a corrupção.

O acordo vai permitir a criação de equipes conjuntas de investigação sobre supostos crimes cometidos por executivos e empregados da Odebrecht, no âmbito da Lava Jato, e também de outras empresas investigadas pela operação.

Segundo a Declaração de Brasília Sobre a Cooperação Jurídica Internacional Contra a Corrupção, assinada ontem (16), será a mais ampla, célere e eficaz cooperação jurídica internacional no caso Odebrecht e no caso Lava Jato, em geral.

O documento lembra que o sigilo do caso Odebretch tem vigência até junho de 2017. 

Atualmente, 77 executivos e ex-executivos da empreiteira estão sob acordo de delação premiada. Essas delações já foram homologadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A empresa também assinou acordos de leniência com os Estados Unidos e Suíça. 

O acordo vai permitir, por exemplo, a recuperação de ativos e a reparação integral dos danos causados, inclusive com o pagamento de multas segundo a legislação de cada país.

Além do Brasil, assinaram o documento os ministérios públicos da Argentina, Chile, Colômbia, Equador, México, Panamá, Peru, Portugal, República Dominicana e Venezuela.

As informações são da Agência Brasil.

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